A Securitização Imobiliária é uma estrutura utilizada para converter uma carteira de ativos/contratos imobiliários, tais como, contrato de compra e venda, locação típica e BTS, CCB com destinação dos recursos imobiliária, em títulos mobiliários passíveis de negociação. É uma forma de transformar ativos relativamente não líquidos em títulos mobiliários líquidos, tornando possível a venda do ativo a investidores do mercado de capitais via CRI.

O CRI foi criado para a captação de recursos, em prazos compatíveis com as características do financiamento imobiliário, são portanto, caracterizados por um compromisso de pagamento futuro, de principal e juros, a partir de um fluxo de caixa proveniente da carteira de ativos selecionados; É um título de crédito nominativo, de livre negociação, lastreado em créditos imobiliários e constitui promessa de pagamento em dinheiro. O CRI é originado por meio da formalização de Termo de Securitização de Créditos e tem suas transações registradas em câmara liquidação propiciando total segurança e transparência aos investidores.

 

Credito Pulverizado: Residenciais/Loteamentos; Emissão de CRI lastreado em carteiras recebíveis pulverizados oriundos das carteiras dos cedentes, podendo ser performado ou durante o período de obras;

Credito Corporativo: Emissão de CRI lastreado em fluxo de aluguel concentrado por um único devedor, podendo ainda ser feito via uma operação estruturada de Sale & Lease Back ou Built-to-suit.

 

VANTANGENS PARA O CEDENTE

  • Liquidez para realização de novos investimentos;
  • Antecipação do fluxo para custos de obras;
  • Amortização de dívidas de curto prazo;
  • Melhoria no nível de liquidez;
  • Diversificação de fontes de recursos.

 

VANTANGENS PARA O INVESTIDOR

  • Regime Fiduciário – Segregação Patrimonial;
  • Participação de vários agentes dando transparência e confiabilidade;
  • Isenção de IR (para PF) e IOF;
  • Taxas de retorno atrativas do ponto de vista risco/retorno comparado aos tradicionais CDBs ou tesouro direto;
  • Previsibilidade de fluxo de caixa e amortização do título, ou seja, sabe previamente o fluxo de pagamentos que o título oferece.

 

Legislação: Lei 9.514/97